Exposições

Alguns dos projetos, depois de publicados, foram convertidos em exposições que têm sido apresentadas um pouco por todo o país.

Um projeto documental nascido de duas viagens a bordo do barco Íris do Mar, entre a contemplação da travessia e a intensidade do trabalho da pesca.

A exposição Atlântico reúne um conjunto de fotografias que dão corpo à experiência vivida a bordo do Íris do Mar. Complementada por outros elementos, tais como uma infografia detalhada e um vídeo de longa duração, a mostra oferece ao público uma leitura simultaneamente sensível e documental sobre o mar e sobre aqueles que nele vivem e trabalham.

O núcleo expositivo apresenta vinte fotografias (43,3 × 65 cm, moldura em carvalho com velatura preta), uma fotografia (20 × 30 cm, moldura em carvalho com velatura preta) e uma fotografia (26,6 × 40 cm, vidro e moldura branca). Inclui ainda uma vitrine com infografia de grande formato (55 × 240 cm), disponível também em versões de 80 × 200 cm e 100 × 200 cm.

O conjunto é complementado por um vídeo HD (16:9) com cerca de 40 minutos, concebido como instalação permanente. O ritmo lento e contemplativo da narrativa confere-lhe uma dimensão quase meditativa, permitindo ao visitante mergulhar no quotidiano vivido a bordo do Íris do Mar durante a segunda viagem.

Um olhar profundo sobre a pesca do cerco, construído ao longo de dezenas de viagens realizadas a partir dos principais portos do país e vivido na partilha direta das mesmas condições que moldam a vida destes pescadores.

A exposição Sardinha resulta de um extenso trabalho documental realizado entre 2018 e 2022, acompanhando a pesca do cerco ao longo da costa de norte a sul. Fotografias de grande formato dão visibilidade ao quotidiano a bordo, aos gestos das tripulações e à dimensão coletiva desta atividade. Já apresentada em várias localidades do país, a mostra afirma-se como um retrato abrangente e urgente de um setor central da identidade marítima portuguesa.

O núcleo expositivo integra uma fotografia de 100 × 65,5 cm, vinte fotografias de 45,5 × 70 cm e quatro fotografias de 65,5 × 100 cm, todas em moldura de carvalho com velatura preta. A estes elementos juntam-se 6 painéis em PVC com infografias e texto de 95 x 150 cm e uma rede de cerco concebida especialmente para a exposição, reproduzida com todos os pormenores técnicos, que revela a complexidade e a engenhosidade desta arte de pesca.

As diferentes escalas de impressão permitem explorar tanto a proximidade dos gestos individuais como a dimensão coletiva do trabalho no mar. Em diálogo com os painéis e a rede, o conjunto ganha força imersiva e uma presença física marcante no espaço. A flexibilidade da montagem facilita a adaptação a diferentes tipologias de salas, reforçando o caráter itinerante do projeto.

Um dos barcos mais antigos da pesca do cerco em Portugal, documentado a partir de viagens e encontros que revelam a vida a bordo e a memória coletiva da pesca da sardinha.

Através de fotografias de grande formato, a mostra revela o quotidiano a bordo como um tributo à resiliência humana e à beleza da vida entregue ao mar, onde cada regresso é promessa e cada noite um desafio. Já apresentada em espaços como o Mercado Municipal das Caxinas (Vila do Conde) e o Festival Instantes (Avintes), a exposição convida o público a conhecer de perto a vida dura, mas profundamente humana, da pesca do cerco.

O núcleo expositivo é composto por dezasseis fotografias impressas em lona de grande formato (200 × 80 cm), concebidas para montagem frente e verso.

Esta solução expositiva confere uma presença física e envolvente no espaço, permitindo ao visitante circular entre as imagens e experimentar a proximidade com a escala do barco e da vida a bordo.

Um retrato documental da comunidade piscatória de Vila Chã, entre o mar e a terra, a pesca e a agricultura.

Trata-se de uma primeira aproximação ao quotidiano da comunidade de Vila Chã, revelando a ligação entre a pesca, a apanha do sargasso e as práticas agrícolas de subsistência. Fotografada entre 2020 e 2022, a exposição foi inaugurada em maio de 2025, integrada na Semana do Pescador de Vila do Conde, na Casa do Salva-Vidas de Vila Chã.

O núcleo expositivo é composto por vinte fotografias de 38 × 47 cm, impressas em alta qualidade e apresentadas em moldura de ácer com vidro. O formato médio permite uma maior proximidade com cada imagem, convidando o visitante a deter-se nos detalhes e nas expressões.

A dimensão uniforme das peças confere à exposição uma leitura clara e coesa, valorizando tanto o registo documental como a dimensão poética do trabalho. Esta é a primeira manifestação pública de um projeto em desenvolvimento, que terá continuidade em livro.

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